terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
GOVERNANÇA CORPORATIVA
Alidor Lueders
GOVERNANÇA CORPORATIVA
Conselho de Família como modelo para a perenidade da empresa familiar
A existência de milhares de pequenas, médias e inclusive de grandes empresas de controle familiar, tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social. A dificuldade de alinhar os interesses da família e os interesses dos negócios, faz com que muitas empresas familiares fracassem, pois as famílias tendem a ser emocionais e os negócios são mais racionais. O desafio reside em encontrar o caminho que permita posicionar com sucesso e sustentabilidade, a família e o negócio, visando a sua perenidade no mercado
O processo sucessório de empresas familiares normalmente é difícil e complexo, pois não se trata meramente de uma operação de negócios. A transição envolve a cultura e fortes vínculos emocionais, o que exige planejamento e cuidados. A empresa familiar, de forma geral, se defronta com:
- ausência de estratégias claramente definidas;
- confusão entre propriedade e gestão;
- conflito de interesses e atritos entre familiares.
A transição envidando a perenidade do negócio pressupõe:
- o planejamento sucessório;
- o desenvolvimento de competências para os herdeiros;
- a preparação dos futuros acionistas, como investidores;
- a implementação de um Conselho de Família e de um Acordo de Acionistas/Quotistas, que dê amparo a esses processos.
Cabe as pessoas, especialmente ao principal gestor do negócio, conscientizar-se da necessidade da profissionalização e se preparar para a sucessão.
Atualmente, recomenda-se que a empresa familiar se organize de forma a ter governança separada e integrada, que envolva: a) a propriedade; b) a família e, c) o negócio, criando-se o Conselho de Família. Cabe no movimento da transição sucessória à família, aos familiares acionistas, e especialmente aos que permanecem como executivos, aceitarem novos papéis na empresa.
Os executivos e profissionais acostumados a ter uma relação direta com o “dono”, deverão aprender a nova realidade decorrente da mudança estrutural que vier a ser implementada.
Qualquer profissional, acionista ou não, que assumir a liderança de uma empresa familiar, terá uma missão muito desafiadora, especialmente o de ganhar respeito dos acionistas/quotistas, funcionários, fornecedores e clientes. A liderança certamente deverá ser conquistada por sua experiência, formação, valores, postura e enquadramento na cultura existente. Ao mesmo tempo que se aceitar o cometimento de pequenos erros, cabe ao sucessor definir metas ambiciosas, liderar a sua equipe e dar novo ritmo no desenvolvimento da empresa e agregar valor, apresentando rapidamente resultados satisfatórios.
A elaboração de um acordo entre os familiares envolvidos tende a criar uma gestão mais saudável e rentável, propiciando o crescimento do negócio e a manutenção da propriedade da empresa.
O Conselho de Família, além de propiciar melhores condições para a perenidade da empresa, reduz o distanciamento entre os membros dos núcleos das famílias, que acabam criando um fórum para debater assuntos em comum, dos negócios da empresa, prevenindo conflitos e criando a visão de investidoras.
Vale a pena conhecer o FBN – Family Business Network, que promove o encontro entre famílias empresariais e auxilia no desenvolvimento das futuras gerações (www.fbn-br.org.br).
Em linhas gerais um Estatuto do Conselho de Família e/ou Acordo de Acionistas/Quotistas, abrangeria no seu contexto: os acionistas/quotistas existentes e futuros, os objetivos do acordo e os princípios e os valores da empresa, regras de boa convivência e mecanismos que controlem a entrada e saída de familiares do quadro de acionistas/quotistas, instalação, funcionamento e atribuições do Conselho de Administração e/ou Consultivo e da Diretoria Executiva, regras sobre a governança familiar, suas atribuições, responsabilidades e composição dos direito e deveres, da remuneração, do capital e do trabalho, política de dividendos, etc.
A estruturação do Conselho de Família começa pela formação de seu estatuto, que conterá os princípios e os valores que regem os relacionamentos familiares, com o negócio que os une, contemplando entre outros aspectos – participantes do conselho, objetivos do conselho, suas atribuições e responsabilidades, a prestação de contas aos acionistas/quotistas. Nas atividades do Conselho de Família se inserem a elaboração de planos de profissionalização da família empresária e formação de futuros herdeiros e sucessores e preservação dos valores e cultura da empresa.
Enquanto que, o Acordo de Sócios/Acionistas contemplará aspectos legais, sucessão de patrimônio e de gestão, regras para alçadas de decisão, de entrada e saída de acionistas, distribuição de dividendos, solução de conflitos, etc.
Concluindo, a implementação de um modelo de governança familiar instituindo o Conselho de Família e o estabelecimento de um Acordo de Acionistas/Quotistas, aliado a implementação de uma governança corporativa, sistema pelo qual as empresas são administradas, envolvendo os relacionamentos entre Acionistas/Quotistas, Conselho de Administração, Diretoria e Auditores, certamente auxiliará no aumento do valor da sociedade e contribuirá com a sua perenidade.
Celso de Souza e Souza
Celso de Souza e Souza
celso@souzarochaeducacional.com.br
Pedagogo com especializações em Recursos Humanos e em Dinâmica dos Grupos (SBDG). Formado em Coaching Integrado, Psicologia Aplicada a Negócios, Liderança Situacional e Liderança Situacional Avançada. Qualificado para aplicação do instrumento MBTI (Myers Briggs Type Indicator). Atua como metodologista educacional, educador e coach especializado em liderança em parceria com a Fundação Fritz Muller de Blumenau/SC, associada da Fundação Dom Cabral.
LIDERANÇA DIFERENCIADA
O renomado educador e pesquisador Léo Bruno, membro do Comitê Organizador do Global Leadership Fórum da ONU/UNESCO, é categórico e completo quando descreve uma pessoa que exerce liderança nas organizações e consegue admiração unânime: “Tem presença responsável no seu meio, é equilibrada em seus valores pessoais, coerente, congruente e é exemplo. Atinge objetivos comuns junto com a equipe, através do desenvolvimento das competências e da autonomia. Agrega valor continuamente à sociedade. São fecundas e desafiam obstáculos e metas difíceis, porém alcançáveis. Desafia o principal determinismo - a morte organizacional - pois alavanca a sua longevidade sustentável.” Lendo esta descrição percebemos que se trata de uma liderança diferente daquela que estamos acostumados. Uma liderança rara. Um verdadeiro “artigo de luxo no planeta” – como afirma Léo Bruno. Uma Liderança Diferenciada.
Liderança Diferencida se aprende!
Sim, é possível que as pessoas aprendam e desenvolvam a liderança diferenciada. Como? Primeiramente entendendo que liderança não é um cargo ou uma função, mas sim um processo de influência, isto é, a escolha de determinados comportamentos no relacionamento que ajudem e facilitem outra pessoa a refletir e mudar, de forma consciente e voluntária, o seu próprio comportamento. Estes comportamentos diferenciados de influência são objeto de estudos científicos de antropólogos, sociólogos, psicólogos e psiquiatras, inclusive no ambiente de negócios. Existe um verdadeiro arsenal de métodos e técnicas que especificam claramente a maneira correta de se comportar para exercer uma influência diferenciada.
Mas então, por que a Liderança Diferenciada é tão difícil de ser encontrada?
A resposta está na maneira pela qual o processo educacional ocorre, a começar pela seleção do conteúdo. Falta critério e foco na escolha dos métodos e técnicas de liderança, o que torna as organizações reféns do modismo. Existe imediatismo, levando as organizações a optar por metodologias de ensino-aprendizagem empíricas e carga horária reduzida, mas que prometem mudanças milagrosas no curto prazo. Principalmente, ainda é insuficiente a consciência daqueles que detêm o poder de influência, fruto da autoridade de sua posição hierárquica – a alta direção das organizações - de que liderar não é mais trabalho para amadores.
Desequilíbrio de valores gera falta de disciplina na execução
É importante entender a si mesmo, nossas neuroses, e aceitar humildemente a necessidade de mudar comportamentos que são contrários a missão da Liderança Diferenciada. Essa mudança exige coragem, mas é necessária para enfrentar as dificuldades de disciplina na execução dos métodos e técnicas aprendidos. Estamos falando do conhecimento sobre o funcionamento do cérebro humano no geral e, especificamente, do autoconhecimento das razões pelas quais possuímos nossas crenças, valores, atitudes e comportamentos habituais. Nesta área, se por um lado existem instrumentos científicos e de baixa margem de erro, úteis para o autoconhecimento – como o MBTI – muitas vezes os resultados da autopercepção não são aproveitados como um meio para o autodesenvolvimento de novos comportamentos individuais e grupais, através da educação continuada subsequente.
Na liderança diferenciada a autorealização do liderado é prioridade
Reter talentos que se auto-realizam comprometidos com todos os stakeholders requer domínio do manejo da hierarquia das necessidades motivacionais. Em seu livro Motivação 3.0, o Daniel Pink nos alerta: “Inúmeras organizações (...) ainda funcionam a partir de premissas sobre o potencial humano, obsoletas, não verificadas e enraizadas muito mais em folclore do que em ciência. Continuam a adotar práticas como planos de incentivos de curto prazo e esquemas de desempenho bonificado, mesmo diante de cabais evidências de que medidas desse tipo em geral não funcionam”. Daniel Pink nos chama a atenção para algo que Frederick Herzberg, Abraham Maslow e Cecília Bergamini já tinham descoberto há tempos: (...) os fatores motivacionais vêm de dentro de cada um de nós. É o legado que deixaremos no mundo e nosso nível de satisfação pessoal e profissional que nos incentivam a buscar o melhor desempenho e resultado em tudo o que nos propomos a fazer (...)”.
Não obstante a esta afirmação, o conhecido consultor e conselheiro de empresas Vicente Falconi reforça: “Estas necessidades, como classificadas por Maslow, devem se constituir em um dos focos da gestão de pessoas e estar presente no consciente dos líderes.” O autor, James Hunter ensina: “(...) uma vez que essa direção é definida, os líderes servidores viram a estrutura organizacional de cabeça para baixo. Eles focalizam em dar aos empregados tudo o que eles precisam para vencer, seja recurso, tempo, orientação ou inspiração.”
Conclusão
Acredito que enquanto os gestores da alta direção das empresas não se dispuserem a dar a mesma importância ao aprendizado das ciências do comportamento tanto quanto dão para a tecnologia e as ciências exatas, dificilmente o processo educacional nas organizações terá eficácia e a liderança será diferenciada. Não faltam manuais de procedimentos técnicos nas organizações. Mas quantas delas possuem o seu Manual de Liderança?
Fontes bibliográficas
• BANET, J.L.; O fim da qualidade. Editora P&A, 1997.
• BERGAMINI, Cecilia Whitaker; Motivação nas organizações. Atlas, 1997.
• BRIDGES, William; As empresas também precisam de terapia: como usar os tipos junguianos. Editora Gente, 1992.
• BRUNO, Léo F. C. – Organizational differentiation: Leading organizations into adding value to society – Nova Lima: Fundação Dom Cabral, 2006 (Caderno de Ideias ; CI0603).
• FALCONI, Vicente; O verdadeiro poder.Indg, 2009.
• HERSEY, Paul; BLANCHARD, Kenneth H.; JOHNSON, Dewey E. Management of Organizational Behavior - Leading Human Resources. New Delhi: PHI, 2009.
• KETS DE VRIES, Manfred F.R.; Reflexões sobre caráter e liderança.Bookman. 2010.
• MIRANDA, Roberto Lira; Inteligência Total na empresa: uso integral das aptidões cerebrais no processo empreendedor. Campus, 1998.
• PINK, Daniel; Motivação 3.0: os novos fatores motivacionais que buscam tanto a realização pessoal quanto profissional. Campus,2010.
• WHEATLEY, Margareth J.; Liderança e a nova ciência: descobrindo ordem num mundo caótico. Cultrix, 1999.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Alidor Luders
Governança Corporativa
Holding Familiar como Planejamento Patrimonial e Sucessório
São inúmeras as
empresas que cresceram e se desenvolveram graças a um empreendedor,
criativo/inovador e que coloca paixão no que faz além de assumir os riscos do
negócio, mas que não planejam a sucessão no comando da empresa. Na sua morte,
deixam um legado patrimonial para os herdeiros, que é transferido por herança e
não raras vezes em função de conflitos e/ou inabilidade de gestão dos
herdeiros, a empresa sucumbe e vai à falência. Não temos dúvidas que a
longevidade e a perenidade de qualquer empresa dependem do empresário fazer um
planejamento sucessório. Existem muitas formas e alternativas para se fazer um
planejamento sucessório e patrimonial, e nesse artigo nos ateremos à
constituição de uma Holding Familiar.
A sociedade Holding
tipicamente é uma sociedade que detém participação em outra ou outras
sociedades, atuando na qualidade de participação e/ou mesmo exercendo outras
atividades, nela podendo incluir outros bens da família como: imóveis, móveis,
créditos, aplicações financeiras, etc. Daí dependendo do objetivo que se
pretenda atribuir a Holding esta poderia ser:
a) uma sociedade de participação - visando somente ser titular de quotas e/ou ações de outras empresas;
b) de controle - visando deter o controle acionário de outra sociedade ou sociedades;
c) de administração - constituída para centralizar a administração de outras sociedades, definindo planos, orientação, metas, etc.;
d) mista - deter participação acionária e ainda realizar determinada atividade produtiva;
e) patrimonial - constituída para ser proprietária de imóveis, inclusive para locação.
a) uma sociedade de participação - visando somente ser titular de quotas e/ou ações de outras empresas;
b) de controle - visando deter o controle acionário de outra sociedade ou sociedades;
c) de administração - constituída para centralizar a administração de outras sociedades, definindo planos, orientação, metas, etc.;
d) mista - deter participação acionária e ainda realizar determinada atividade produtiva;
e) patrimonial - constituída para ser proprietária de imóveis, inclusive para locação.
Enfim a Holding Familiar
não precisa ser um tipo específico, pode ser pura ou mista, a sua
característica é o fato de envolver determinada família e servir ao
planejamento patrimonial e mesmo sucessório da família, com fins de
organização, administração de bens, otimização fiscal, sucessão hereditária,
etc.
Juridicamente é mais
usual se constituir uma Holding Familiar adotando uma sociedade limitada ou uma
sociedade anônima, inserindo-se cláusulas no contrato dos sócios (se limitada)
ou artigos no Estatuto Social, se sociedade anônima (acionistas) que protejam o
patrimônio e ajudem na organização e desenvolvimento da sociedade. Em cada caso
deve-se levar em conta a vontade dos sócios/acionistas e fazer refletir essa
vontade nos atos constitutivos. A constituição de Holding familiar, por se ter
um arcabouço jurídico bem definido, pode ensejar estabelecer uma estrutura organizacional
que permite atender diversas finalidades, como a reengenharia corporativa,
centralização de serviços administrativos de diversas empresas sob seu comando
(exemplo: finanças, contabilidade, jurídico, recursos humanos, etc.),
otimização de aspectos tributários, antecipação de eventos futuros, como a
sucessão entre gerações, prevenir conflitos através de acordos, desenvolver
profissionais (herdeiros) para negócios afins e possibilidades distintas de
seus membros.
Resumidamente, entendemos
que a constituição de uma Holding Familiar pode propiciar inúmeras vantagens,
entre as quais citamos:
1) Manter uma estrutura
jurídica empresarial, com legislação bem definida, podendo acomodar a inserção
de cláusulas e artigos nos atos constitutivos que reflitam a vontade dos
sócios/acionistas controladores.
2) Poderá criar
novas sociedades de negócios para acomodar os valores da nova geração,
permitindo aos mesmos demonstrarem sua competência e/ou adquirirem experiência
em gestão no desenvolvimento de algum projeto específico, preservando a
condição de controlada da Holding, sem haver contaminação financeira ou
jurídica, se houver fracasso nesse negócio.
3) Poderá
centralizar os serviços que são comuns as sociedades que controla, reduzindo
custos e despesas, ex.: serviços contábeis, financeiros, recursos humanos, planejamento
de investimentos, marketing, representação institucional, etc.
4)
Poderá centralizar
a administração das controladas operacionais, estabelecendo a orientação geral
dos negócios, com planos, orçamentos, controles, etc.
5) A Holding Familiar
pode evitar e/ou minimizar e/ou administrar com mais propriedade a eclosão de
conflitos familiares, mantendo as desavenças no âmbito da Holding, sem se
refletir nas sociedades controladas.
6) Os sócios e/ou
acionistas da Holding Familiar, no controle de outras sociedades, revestem-se
na condição de investidores, e não necessariamente, atuarão na administração
operacional das suas controladas.
7) Os atos
constitutivos da Holding Familiar, podem prever o afastamento dos familiares da
condição dos negócios de suas controladas, o que facilitará a indicação de
administração profissional.
8) A Holding
Familiar, mesmo havendo a retirada de um sócio ou acionista, não se extinguirá,
podendo os atos constitutivos inclusive preverem as condições para a retirada
de sócio/acionista.
9) Na doação das
quotas ou ações da Holding Familiar aos herdeiros pode-se incluir cláusulas de
incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade, prevendo-se e
protegendo-se contra a inclusão de terceiros na sociedade.
10) A Holding Familiar, não só é estratégia para o
controle familiar, mas serve como instrumento para o desenvolvimento dos
negócios da família.
11) A constituição de sociedade por atividades ou negócios
pode acomodar os herdeiros e propiciar-lhes oportunidades profissionais; como
cada empresa mantém relações comerciais e jurídicas próprios, evita que haja
contaminação dos bons negócios com aquelas que se apresentam deficitários, ao
mesmo tempo em que se preserva a Holding Familiar.
Concluindo, a opção
de constituição de Holding Familiar não apenas é uma estratégia para manter o
patrimônio familiar sob aspecto de planejamento sucessório, mas serve para
condução e expansão de negócios, concentrá-los e/ou diversificá-los, pois
cria-se um núcleo patrimonial e organizacional, que busca oportunidades de
desenvolvimento de negócios.
A constituição de
Holding Familiar também contribuirá para a melhoria da governança corporativa,
a medida que se exigirá maior transparência, prestação de contas, equidade e
responsabilidade social, entre os sócios/acionistas no trato de questões
societárias.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Fotos da Conferência Empresarial com a participação de Amyr Klink disponíveis em http://facebook.com/forumsul.
Fotos da Conferência Empresarial com a participação de Amyr Klink disponíveis em http://facebook.com/forumsul.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
3ª Conferência Empresarial abre com exposição do empresário e prefeito Milton Hobus
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Evento reunirá empresários de primeiro escalão em Blumenau, nesta quinta
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| Dirk Thomaz Schwenkow: segundo palestrante da Conferência Empresarial |
Milton Hobus, empresário e prefeito de Rio de Sul do Sul, abrirá a série de quatro palestras da terceira edição da Conferência Empresarial, a partir das 8h45 desta quinta-feira, 10 de novembro, nas dependências do Tabajara Tênis Clube, em Blumenau. A promoção da empresa Forumsul será realizada pela primeira vez na cidade, tendo “Inovação e Superação” como tema principal. As edições anteriores ocorreram em Balneário Camboriú e Gaspar.
Além de Milton Hobus, a Conferência Empresarial trará para Blumenau, o economista e navegador Amyr Klink e Dirk Thomaz Schwenkow, executivo e ex-presidente de diversas empresas na Europa (Áustria e Alemanha), além de presidir na América Latina uma das maiores empresas de consultoria sueca.
Também será conferencista, Luiz Fernando Garcia, empresário, administrador, responsável pelo desenvolvimento e aplicação da psicodinâmica voltada para a modificação do comportamento de empresários e executivos, com mais de 4.500 líderes empresariais atendidos. O evento é dirigido aos empresários de primeiro escalão da região, se consolidando em uma importante ferramenta de informação para empreendedores que têm a inovação como foco.
Dentro do tema principal da Conferência “Inovação e Superação”, os empresários e executivos inscritos terão a oportunidade de debater temas atuais da gestão empresarial, com os cases e vivências que abordarão: Como tornar seus concorrentes irrelevantes, Os desafios de criar uma cultura de inovação, Inovando na administração pública, Superando desafios através da inovação e a Inovação utilizando a psicologia na modificação do comportamento de empresários e executivos.
Na primeira conferência do dia, o empresário e prefeito Milton Hobus vai contar o segredo do seu sucesso e como a cidade está superando as dificuldades após as enchentes que assolaram a cidade em setembro último. Hobus é reconhecido por especialistas da área de gestão como um prefeito inovador por suas idéias e objetivos traçados em benefício do cidadão e qualidade de vida na cidade.
O executivo Dirk Thomaz Schwenkow fecha os trabalhos da manhã, falando sobre os temas: “Ao invés de focar em destruir a concorrência, torne-a irrelevante” e “Inovação de Valor”.
Luiz Fernando Garcia inicia os trabalhos da tarde, antecedendo a conferência de Amyr Klink. Falará sobre “Os desafios de criar uma cultura de inovação” e “A Psicodinâmica de uma Empresa Inovadora”. “Inovação e Superação de Desafios” será o tema proposto por Amyr Klink, em sua conferência, programada para começar às 15h15.
Programação da 3ª Conferência Empresarial
7h30 até 8h30 – Credenciamento
8h30 até 8h45 – Introdução
8h45 até 9h45 – Milton Hobus
9h45 até 10h30 – Debate
10h30 até 10h45 – CoffeeBreak
10h45 até 11h30 – Dirk Thomaz Schwenkow
11h30 até 12h15 – Debate
12h15 até 13h30 – Almoço
13h30 até 14h15 – Luiz Fernando Garcia
14 horas até 15 horas – Debate
15 horas até 15h15 – Coffee Break
15h15 até 16h15 – Amyr Klink
16h15 até 16h45 – Debate
16h45 até 17 horas – Encerramento
17 horas – Happy Hour (com degustação de vinhos e cervejas com harmonização)
Redação: Giovani Vitória
Jornalista
Informe Comunicação
Assessor de Imprensa da Forumsul Conferências Empresariais
Telefone: (47) 9112-9200
E-mail: informe.comunicacao@terra.com.br
domingo, 6 de novembro de 2011
Empresário e prefeito Milton Hobus abre a 3ª Conferência Empresarial
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Evento será na próxima quinta, 10 de novembro, em Blumenau
Milton Hobus, empresário e prefeito de Rio de Sul do Sul, abordará o primeiro tema da terceira edição da Conferência Empresarial. O evento ocorrerá na próxima quinta-feira, 10 de novembro, nas dependências do Tabajara Tênis Clube, em Blumenau. A promoção é da empresa Forumsul e contará ainda com a participação, no período da tarde, do economista e navegador Amyr Klink. O evento é dirigido aos empresários da região, se consolidando em uma importante ferramenta de informação para empreendedores que têm a inovação como foco.
Depois do sucesso das duas primeiras edições, em Balneário Camboriú e Gaspar, a Conferência chega a Blumenau com a proposta de debater o tema “Inovação e Superação”, trazendo para cidade a experiência de cases de empresários, executivos e especialistas locais, nacionais e internacionais. As inscrições já estão abertas, com vagas limitadas.
Na primeira conferência do dia, o empresário e prefeito Milton Hobus vai contar o segredo do seu sucesso e como a cidade está superando as dificuldades após as enchentes que assolaram a cidade em setembro último. Hobus é reconhecido por especialistas da área de gestão como um prefeito inovador por suas idéias e objetivos traçados em benefício do cidadão e qualidade de vida na cidade.
Aos 13 anos ingressou na empresa H. Bremer & Filhos onde trabalhou até 1984 ocupando cargos de faxineiro, auxiliar de escritório, setores de compra e venda e por último, administração geral junto ao proprietário Horst Bremer. Foi sócio fundador da empresa Sulfer e Motociclo HB. Hoje é sócio proprietário da empresa Royal Ciclo. Foi conselheiro e logo após, presidente da Associação Comercial e Industrial de Rio do Sul (ACIRS). Em 2001 foi eleito o Empresário Social do Ano no Estado de Santa Catarina. Em 2004 foi eleito prefeito de Rio do Sul e reeleito em 2008, aos 50 anos de idade.
Em sua gestão como prefeito, dá destaque para programas que visam o bem estar das pessoas e a visão de crescimento organizado e sustentável da cidade. Dentre algumas ações, promoveu uma reviravolta econômica na cidade, com recordes sucessivos de formação de novos empregos, criação de empresas e o aumento em mais de 100% nos investimentos em construção civil, promoveu o planejamento viário da cidade, com a construção de elevados e a abertura de grandes avenidas como forma de organizar o trânsito. Na área de educação, implantou a primeira Escola-Modelo de Tempo Integral pública, onde os alunos ficam o dia todo na escola. Um dos diferenciais é a aplicação da disciplina de empreendedorismo, reconhecida como uma iniciativa inovadora, pois envolve a sociedade na apresentação aos estudantes sobre os desafios do mercado de trabalho em diferentes áreas.
Foi o responsável pela mudança do conceito do assistencialismo, ao criar o Programa Emergencial de Auxílio Desemprego (Pead), dando oportunidade para formação profissional, com salário mensal e qualificação. Em 2010 recebeu o título Prefeito Inovador 2010 promovido pelo movimento Brasil Competitivo e Fundação Dom Cabral.
Doa o salário integral que recebe como chefe do Executivo para instituições de caridade. Além disso, paga do próprio bolso todas as despesas com suas viagens de cunho político, o que inclui hotéis e alimentação.
Além de Milton Hobus e Amyr Klink, a 3a Conferência Empresarial terá como conferencistas: Dirk Thomaz Schwenkow, executivo e ex-presidente de diversas empresas na Europa (Áustria e Alemanha), além de presidir na América Latina uma das maiores empresas de consultoria sueca; e Luiz Fernando Garcia, empresário, administrador, responsável pelo desenvolvimento e aplicação da psicodinâmica voltada para a modificação do comportamento de empresários e executivos, com mais de 4.500 líderes empresariais atendidos.
Dentro do tema principal da Conferência “Inovação e Superação”, os empresários e executivos inscritos terão a oportunidade de debater temas atuais da gestão empresarial, com os cases e vivências que abordarão: Como tornar seus concorrentes irrelevantes, Os desafios de criar uma cultura de inovação, Inovando na administração pública, Superando desafios através da inovação e a Inovação utilizando a psicologia na modificação do comportamento de empresários e executivos.
Apresentação de Amik Klink
Inovação e Superação de Desafios será o tema proposto por Amyr Klink, durante sua exposição na Conferência Empresarial, programada para o período da tarde. “Para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso querer”, resumiu o navegador.
Amyr é empresário e economista. Formado pela USP e pós-graduado em administração pela Mackenzie é empreendedor na área de urbanismo, portos de lazer e projetos náuticos. Foi Comandante em 22 expedições para a Antártica em barcos projetados e construídos no Brasil.
É autor de cinco best sellers: Cem dias entre céu e mar, Paratii entre dois polos, As janelas do Parati, Mar sem fim e Linha d’água, com mais de um milhão de exemplares vendidos em seis idiomas. É palestrante internacional e conta com mais de 2.500 palestras realizadas em 13 países, ministradas em quatro idiomas (inglês, francês, espanhol e português).
Seus desafios começam na construção dos seus barcos e no planejamento de suas viagens. Iniciou suas viagens em 1984 quando realizou a primeira travessia solitária do Atlântico Sul, remando da Namíbia até Salvador. Em 1989, sozinho, ele passou um inverno inteiro a bordo de um pequeno veleiro, o Paratii, na Península Antártica.
Da Antártica seguiu para o Ártico, cruzando os dois círculos polares da Terra numa mesma viagem. Navegou 27 mil milhas em 642 dias. Navegou com o Paratii ao redor da Antártica, em 1998, completando a primeira circunavegação do Continente Antártico. Em 2005, a bordo do Parati 2, circunavegou a Antártica novamente, sem escalas e com tripulação.
Moderador dos debates
O empresário Roberto Araújo de Lucena terá a missão de moderar os debates. Empresário e engenheiro pela UFPE, com pós-graduação em marketing pela FURB/INPG, Lucena dirige a Cross Cultural idiomas, com sede em Blumenau e filial em Joinville. Participa ativamente em diversas entidades como ACIB, ACIJ e no Sindicato de Escolas de Idiomas, onde atuou como presidente por nove anos. Foi presidente do Rotary Club Hermann Blumenau, onde liderou missões rotarianas para Nigéria e Canadá.
Vagas limitadas
A Conferência Empresarial tem inscrições limitadas. Maiores informações e inscrições poderão ser obtidas site www.forumsul.net.br, pelo e-mail: contato@forumsul.net.br ou pelo telefone (47) 9643-5151.
Programação da 3ª Conferência Empresarial
7h30 até 8h30 – Credenciamento
8h30 até 8h45 – Introdução
8h45 até 9h45 – Milton Hobus
9h45 até 10h30 – Debate
10h30 até 10h45 – CoffeeBreak
10h45 até 11h30 – Dirk Thomaz Schwenkow
11h30 até 12h15 – Debate
12h15 até 13h30 – Almoço
13h30 até 14h15 – Luiz Fernando Garcia
14 horas até 15 horas – Debate
15 horas até 15h15 – Coffee Break
15h15 até 16h15 – Amyr Klink
16h15 até 16h45 – Debate
16h45 até 17 horas – Encerramento
17 horas – Happy Hour (com degustação de vinhos e cervejas com harmonização)
Giovani Vitória
Jornalista
Informe Comunicação
Assessor de Imprensa da Forumsul Conferências Empresariais
E-mail: informe.comunicacao@terra.com.br
Bl. 06/11/2011.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Amyr Klink é o destaque da 3ª Conferência Empresarial
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Evento será no dia 10 de novembro, em Blumenau
O navegador, empresário e economista Amyr Klink será o convidado principal da terceira edição da Conferência Empresarial, no dia 10 de novembro, nas dependências do Tabajara Tênis Clube,
Além de Amyr Klink, a 3a Conferência Empresarial terá como convidados especiais: Milton Hobus, empresário e prefeito de Rio do Sul; Dirk Thomaz Schwenkow, executivo com passagens pela DOW e Bayer do Brasil e McKinsey na Alemanha; e Luiz Fernando Garcia, empresário e administração, responsável pela capacitação de empresários e profissionais de liderança, com mais de 4.500 empresas atendidas em 30 mil horas de aplicação.
Dentro do tema principal da Conferência “Inovação e Superação”, os empresários e executivos inscritos terão a oportunidade de debater temas atuais da gestão moderna, com os cases e vivências que abordarão: Como tornar seus concorrentes irrelevantes, Os desafios de criar uma cultura de inovação, Inovando na administração pública e a superação de desafios através da inovação.
Inovação e Superação de Desafios será o tema proposto por Amyr Klink, durante sua exposição na Conferência Empresarial, programada para o período da tarde. “Para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, querer”, resumiu o navegador.
Amyr é empresário e economista. Formado pela USP e pós-graduado em administração pelo Mackenzie é empreendedor na área de urbanismo, portos de lazer e projetos náuticos. Foi Comandante em 22 expedições para a Antártica em barcos projetados e construídos no Brasil.
É autor de cinco best sellers: Cem dias entre céu e mar, Paratii entre dois polos, As janelas do Parati, Mar sem fim e Linha d’água, com mais de um milhão de exemplares vendidos em seis idiomas. É palestrante internacional e conta com mais de 2.500 palestras realizadas em 13 países, ministradas e quatro idiomas (inglês, francês, espanhol e português).
Seus desafios começam na construção dos seus barcos e no planejamento de suas viagens. Iniciou suas viagens em 1984 quando realizou a primeira travessia solitária do Atlântico Sul, remando da Namíbia até Salvador. Em 1989, sozinho, ele passou um inverno inteiro a bordo de um pequeno veleiro, o Paratii, na Península Antártica.
Da Antártica seguiu para o Ártico, cruzando os dois círculos polares da Terra numa mesma viagem. Navegou 27 mil milhas em 642 dias. Navegou com o Parati ao redor da Antártica, em 1998, completando a primeira circunavegação do Continente Antártico. Em 2005, a bordo do Parati 2, circunavegou a Antártica novamente, sem escalas e com tripulação.
Evento consolidado
Após duas edições realizadas, a Conferência empresarial se consolidou com o principal evento na região, de destacando pela grande interatividade propiciada entre os palestrantes e participantes. Ronaldo Baumgarten Jr, presidente da Associação Empresarial de Blumenau (ACIB), destaca que as “As Conferências Empresariais da Forumsul são uma excelente oportunidade aos empresários da região aperfeiçoar seus conhecimentos, desenvolver novas habilidades e criar diferentes redes de relacionamento”, acrescentando ainda que as experiências de modelos de gestão inovadores colocam os empresários frente a frente com novos desafios.
Na opinião de Carlos Tavares D’Amaral, vice-presidente da ACIB e diretor administrativo do Grupo Hering, a Conferência inaugurou uma metodologia inovadora, mais participativa, com conteúdo regional e nacional, alicerçada num case de sucesso local. “Além do aprendizado, proporciona uma rica troca de experiências entre os participantes. Um modelo que veio para ficar”, acrescentou
Moderador dos debates
O empresário Roberto Araujo de Lucena terá a missão de moderar os debates. Empresário e engenheiro pela UFPE, com pós-graduação em marketing pela FURB/INPG, Lucena dirige a Cross Cultural idiomas, com sede em Blumenau e filial em Joinville. Participa ativamente em diversas entidades como ACIB, ACIJ e no Sindicato de Escolas de Idiomas, onde atuou como presidente por nove anos. Foi presidente do Rotary Club Hermann Blumenau, onde liderou missões rotarianas para Nigéria e Canadá.
Vagas limitadas
A Conferência Empresarial tem inscrições limitadas a 70 empresários. O objetivo garantir a interação e a geração de oportunidades de negócios.
Maiores informações e inscrições poderão ser obtidas pelo telefone: (47) 9643-5151, pelo site www.forumsul.net.br ou pelo e-mail: contato@forumsul.net.br.
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